Depois de um período conturbado na Passion UA, Santino "try" Rigal está na Esports World Cup disputando seu primeiro torneio pela Legacy. Em entrevista à Dust2 Brasil, try explicou o motivo do fim do time da Passion UA e revelou o que o motivou a escolher a Legacy. A conversa aconteceu durante o campeonato, onde o argentino já veste a camisa do novo time.

"Tivemos muitos problemas para treinar", disse try sobre a Passion UA. "Aconteceram problemas de vistos e aí acabou que o treino foi pouco. Acho que treinamos no total só três semanas, e jogamos juntos por três meses. Depois teve o problema de o senzu ter saído da equipe e isso quebrou o time".

Quando deixou a Passion UA, try foi então contratado pela Legacy. O argentino revelou que recebeu outras propostas de times brasileiros e também de times internacionais, mas contou o que o fez escolher a organização.

Por que try escolheu a Legacy?

"Eu já conhecia os meninos e foi uma oferta que não dava para recusar. O time estava no top 6 do mundo quando me chamaram. Era uma boa chance para jogar no Tier-S. Chegaram propostas de times brasileiros e times internacionais, mas acabei optando pela Legacy."

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Apesar de estar na Legacy há apenas pouco mais de um mês, try contou que os jogadores do time o surpreenderam. A adaptação ao novo elenco, segundo ele, foi mais rápida do que esperava, principalmente por já conhecer parte da equipe de confrontos anteriores no cenário sul-americano.

O que esperar de try na Legacy?

A chegada de try à Legacy marca uma nova fase para o jogador argentino, que busca se firmar no cenário internacional. A equipe, que já demonstrou força ao alcançar o top 6 do ranking mundial, aposta na experiência do atleta para manter o nível competitivo.

O torneio na Esports World Cup serve como primeiro teste para a nova formação. A expectativa é que try traga consistência e liderança para o time, especialmente em momentos decisivos. A química com os novos companheiros será fundamental para o desempenho da Legacy nas próximas competições.

Vale lembrar que a saída de try da Passion UA não foi apenas por questões de treino. A instabilidade na escalação, com a saída de senzu, pesou na decisão. "Quando um jogador importante sai, o time perde a identidade", comentou o argentino, refletindo sobre o impacto da mudança.

Para os fãs do CS2, a movimentação de try é um dos destaques da janela de transferências. A Legacy, que já vinha crescendo no cenário, agora conta com um elenco mais robusto. Resta saber se a equipe conseguirá manter o ritmo e conquistar títulos importantes na temporada.

O cenário sul-americano de CS2 vive um momento de intensas movimentações, e a transferência de try para a Legacy é, sem dúvida, uma das mais comentadas. Mas o que essa mudança representa para o jogador e para a equipe? Vamos analisar mais a fundo.

O contexto da Passion UA e a saída de senzu

A Passion UA, que chegou a ser considerada uma promessa no cenário, viu seu projeto desmoronar em poucos meses. A falta de estrutura para treinos, somada à saída de senzu, criou um ambiente insustentável. try, que era um dos pilares do time, precisou tomar uma decisão rápida para não estagnar na carreira.

"A gente sabia que o time tinha potencial, mas sem treino e com a saída do senzu, ficou impossível competir em alto nível", explicou try. "Eu precisava de um projeto sério, que me desse condições de evoluir. A Legacy apareceu no momento certo."

É interessante notar que a saída de senzu não foi apenas uma baixa no elenco, mas uma quebra de confiança. Segundo try, o jogador era peça-chave na comunicação e na execução de estratégias. "Quando você perde alguém que entende o jogo da mesma forma que você, é como começar do zero", completou.

A adaptação de try à Legacy

Apesar do pouco tempo de casa, try já demonstra entrosamento com os novos companheiros. Em suas declarações, ele destacou a qualidade do elenco e a estrutura oferecida pela organização. "A Legacy tem uma estrutura de outro nível. Isso faz toda a diferença para um jogador que quer evoluir", afirmou.

O argentino também comentou sobre a diferença de estilo entre a Passion UA e a Legacy. "Na Passion UA, a gente jogava mais no improviso. Aqui, temos um sistema mais definido, com papéis bem claros. Isso me ajuda a focar no que eu faço de melhor."

Os primeiros treinos já mostraram resultados. A equipe vem evoluindo nos scrims, e a comissão técnica está otimista quanto ao potencial da nova formação. "O try é um jogador muito inteligente, aprende rápido. Ele já está absorvendo as ideias do time", comentou um dos membros da equipe técnica, que preferiu não se identificar.

O impacto no cenário competitivo

A chegada de try à Legacy não passa despercebida pelos adversários. Times como FURIA e MIBR, que dominam o cenário nacional, agora terão que lidar com uma Legacy mais forte. A equipe, que já havia mostrado evolução, ganha ainda mais poder de fogo com o argentino.

Para try, a pressão é grande, mas ele encara como motivação. "Eu sempre quis jogar em um time que disputasse títulos. A Legacy me dá essa oportunidade. Agora é trabalhar duro para não decepcionar."

E não é só no Brasil que a movimentação chama atenção. Na América do Sul como um todo, a Legacy se consolida como uma das principais forças da região. A presença de try, um dos melhores jogadores argentinos da atualidade, eleva o nível da equipe e aumenta a competitividade dos campeonatos.

Os próximos meses serão cruciais para a Legacy. A equipe precisa mostrar consistência em torneios internacionais para justificar a confiança depositada em try. E o jogador, por sua vez, precisa provar que a escolha pela Legacy foi acertada.

"Eu não tenho dúvidas de que fiz a escolha certa", finalizou try, com um sorriso confiante. "Agora é deixar o trabalho falar por si."



Fonte: Dust2