A decisão da Evil Geniuses GC (EG) de colocar srN na reserva do time inclusivo de VALORANT, como publicado em primeira mão pelo THESPIKE Brasil, pegou grande parte da comunidade brasileira do jogo de surpresa. Só que, com base na justificativa de problemas de comportamento dentro e fora do servidor, o THESPIKE Brasil foi em busca de maiores informações sobre o caso e apurou, ao longo de uma semana, que o estopim partiu de uma discussão acalorada após a eliminação do VALORANT Game Changers 2026 - Brazil Stage 2. A situação, no entanto, já estava desgastada desde a época de MIBR GC, quando o core formado por srN, lissa e sayuri já atuava junto. Quando as três foram para a EG, a expectativa era de que os novos ares resolvessem a maioria dos problemas, mas não foi bem isso que aconteceu (entenda abaixo).
srN afastado EG VALORANT lissa discussão: o estopim no Game Changers
De acordo com apuração do THESPIKE Brasil, a gota d'água foi uma discussão acalorada entre srN e lissa logo após a eliminação da EG no VALORANT Game Changers 2026 - Brazil Stage 2. A briga, que envolveu troca de acusações e palavras duras, teria sido o motivo imediato para a organização colocar a jogadora na reserva. Fontes próximas ao time indicam que a relação entre as duas já não era das melhores há meses, mas o resultado negativo no torneio serviu como catalisador para o conflito explodir.
O que muita gente não sabe é que esse desgaste não começou na EG. Ele vem de muito antes, lá do MIBR GC. E, sinceramente, eu acho que isso explica muita coisa sobre como times femininos de VALORANT lidam com pressão e convivência. Não é fácil manter a cabeça no lugar quando cada treino parece uma guerra particular.
Desgaste na Coreia: a origem do problema
Para entender a origem da situação, é preciso voltar para o ano passado durante o VALORANT Champions Tour 2025 - Game Changers Championship. Na ocasião, o MIBR de srN, lissa, sayuri e também de bstrdd e mel, terminou na 3ª colocação dessa edição do mundial, mas o bom resultado ofuscou a gravidade do que aconteceu internamente.
Uma série de fontes detalhou a esta reportagem que srN passou a ter uma postura muito agressiva nos treinos durante a competição e passou a não colaborar com o restante do time, com excessivas reclamações e xingamentos, falta de comunicação e jogadas forçadas com o intuito de ser propositalmente abatido. O caso saiu tanto do controle que o MIBR chegou a não conseguir treinar em determinados dias porque srN se recusava a mudar o comportamento e a postura tóxica. Nos jogos, por outro lado, a situação acabou sendo diferente e srN teve boas performances mesmo diante do comportamento e do desgaste com as companheiras de time nos treinos.
Você já parou para pensar como é conviver com alguém que, nos treinos, age de forma tão destrutiva, mas nos jogos oficiais entrega resultados? É um paradoxo que muitas equipes enfrentam. No caso do MIBR, o 3º lugar no mundial acabou mascarando o problema. Afinal, quem vai querer mexer em time que está vencendo?
EG coloca srN na reserva: motivo lissa e o futuro do time
Quando o trio srN, lissa e sayuri foi contratado pela Evil Geniuses, a esperança era de que um novo ambiente, com nova estrutura e suporte, pudesse apagar os incêndios do passado. Mas, como diz o ditado, "o passado sempre bate à porta". A discussão recente com lissa foi apenas o ponto final de uma história que já vinha sendo escrita há meses.
A EG, por meio de comunicado oficial, afirmou que a decisão de colocar srN na reserva foi baseada em "problemas de comportamento dentro e fora do servidor", sem entrar em detalhes. Mas, com a apuração do THESPIKE Brasil, fica claro que a situação é mais complexa do que uma simples briga pontual.
- srN banido EG VALORANT lissa briga: A discussão após a eliminação no Game Changers foi o estopim, mas o comportamento tóxico em treinos já era conhecido pela organização.
- EG coloca srN na reserva motivo lissa: A relação desgastada entre as duas jogadoras foi um fator determinante para a decisão da EG.
- discussão lissa srN Evil Geniuses afastamento: A briga expôs um problema de convivência que a organização não conseguiu mais administrar.
E agora? O que esperar do futuro da EG no VALORANT Game Changers? Sem srN, o time precisará se reorganizar rapidamente. A janela de transferências está aberta, e a organização já deve estar de olho em reforços. Mas, convenhamos, substituir uma jogadora com o talento de srN não é tarefa fácil. A pergunta que fica é: será que a EG vai conseguir manter o nível competitivo sem ela? Ou esse afastamento é o primeiro passo para uma reformulação maior no elenco?
O papel da organização: até onde vai a responsabilidade da EG?
Uma coisa que me incomoda nessa história toda é o silêncio da Evil Geniuses antes do estopim. Afinal, a organização sabia do histórico de srN no MIBR GC? Se sabia, por que não agiu antes? Se não sabia, será que fez uma due diligence adequada antes de contratar o trio?
Fontes indicam que a EG tinha conhecimento parcial dos problemas passados, mas acreditava que a mudança de ares e a estrutura profissional da organização seriam suficientes para conter qualquer comportamento tóxico. Só que, na prática, isso não aconteceu. E aí eu pergunto: será que a EG subestimou a gravidade da situação? Ou será que, como muitas organizações, preferiu ignorar os sinais porque os resultados em jogo eram bons?
O que se sabe é que, durante os primeiros meses na EG, srN manteve uma postura profissional nos treinos e jogos. Mas, conforme a pressão aumentou — especialmente com a proximidade do VALORANT Game Changers 2026 - Brazil Stage 2 —, os velhos hábitos começaram a ressurgir. Reclamações excessivas, jogadas forçadas e uma comunicação cada vez mais agressiva com lissa e sayuri.
E aí, a EG demorou a agir. Muitos diriam que a organização deveria ter intervindo antes, com mediação profissional ou até mesmo com um psicólogo esportivo. Mas, pelo que apuramos, a EG optou por uma abordagem mais passiva, esperando que o time resolvesse seus próprios problemas. Spoiler: não resolveu.
O impacto no time: como lissa e sayuri estão lidando com a situação?
Enquanto srN está na reserva, lissa e sayuri seguem treinando com o restante do elenco. Mas, convenhamos, não deve ser fácil. Imagine ter que conviver diariamente com alguém que, até ontem, era sua companheira de time e, de repente, se torna o centro de uma polêmica que expõe todos os problemas internos da equipe.
Segundo fontes próximas ao time, lissa tem se mantido focada nos treinos, mas visivelmente abalada com a situação. Ela não esperava que a discussão após o Game Changers tivesse consequências tão drásticas. Sayuri, por outro lado, tenta manter a neutralidade, mas reconhece que a convivência com srN já estava insustentável há semanas.
O mais curioso é que, nos jogos, a química entre as três sempre foi elogiada. Era comum ver análises destacando a sinergia de srN, lissa e sayuri nas partidas. Mas, como dizem, as aparências enganam. E, nesse caso, enganaram muita gente — inclusive a própria EG.
Você já viveu uma situação em que o ambiente de trabalho era tóxico, mas os resultados eram bons? É uma sensação estranha, né? Porque, por um lado, você quer acreditar que tudo vai se resolver. Por outro, sabe que, mais cedo ou mais tarde, a bomba vai explodir. E, no caso da EG, a bomba explodiu.
O que dizem os bastidores: outras jogadoras já reclamaram de srN?
Uma das informações mais reveladoras que apuramos é que srN não teve problemas apenas com lissa. Outras jogadoras que passaram pelo MIBR GC e até mesmo pela EG relataram, em off, dificuldades de convivência com a jogadora. O padrão é sempre o mesmo: comportamento agressivo nos treinos, reclamações excessivas e uma dificuldade enorme em aceitar críticas ou sugestões.
Uma fonte que preferiu não se identificar disse: "Ela é uma jogadora incrível, ninguém questiona isso. Mas, nos treinos, era um inferno. Parecia que ela estava sempre pronta para explodir. E, quando explodia, todo mundo pagava o pato."
Outra fonte, que atuou com srN no MIBR GC, complementou: "O pior é que ela não aceitava feedback. Qualquer tentativa de conversa virava briga. E, como ela era a estrela do time, a organização sempre fazia vista grossa."
Isso me faz pensar: até que ponto o talento individual justifica o comportamento tóxico? No esporte, sempre há aquela figura genial que é difícil de lidar. Mas, no caso do VALORANT feminino, onde o cenário ainda está se profissionalizando, será que as organizações estão preparadas para lidar com esse tipo de situação?
A EG, por exemplo, tem um departamento de saúde mental? Tem psicólogos esportivos? Pelo que apuramos, a resposta é sim, mas o acesso a esses profissionais era limitado e, muitas vezes, burocrático. Ou seja, quando o problema chegava ao RH ou ao departamento de psicologia, já era tarde demais.
O futuro de srN: para onde ela vai agora?
Com srN na reserva, a grande pergunta é: qual será o próximo passo da jogadora? Ela tem contrato com a EG até o final de 2026, mas, depois de todo esse desgaste, é difícil imaginar que ela continue no time. Uma fonte próxima à jogadora afirmou que srN está "arrasada" com a situação e que não esperava ser colocada na reserva.
"Ela acha que foi injustiçada, que a discussão com lissa foi algo pontual e que a EG exagerou na reação", disse a fonte. "Mas, ao mesmo tempo, ela reconhece que o comportamento dela nos treinos não foi o ideal. Só que, para ela, isso nunca foi um problema antes, então por que seria agora?"
E é aí que mora o perigo. Se srN não reconhecer a gravidade do próprio comportamento, ela pode ter dificuldades para encontrar um novo time. O mercado de VALORANT feminino é pequeno e as informações correm rápido. Organizações como LOUD, FURIA e até mesmo a própria MIBR já estão de olho na situação, mas, pelo que apuramos, nenhuma delas está disposta a contratar srN sem antes ter garantias de que o comportamento mudou.
Por outro lado, há quem acredite que srN pode dar a volta por cima. "Ela é nova, tem talento e, se buscar ajuda profissional, pode se tornar uma jogadora ainda melhor", opinou uma fonte. "O problema é que ela precisa querer mudar. E, pelo que vi até agora, ela ainda não está pronta para isso."
Fonte: THESPIKE








