Guilherme "Nzg" Lemos, brasileiro que hoje comanda a Hacha, concedeu uma entrevista exclusiva para a Dust2 Brasil. Ele compartilha como, apesar de ser brasileiro, acabou se tornando mais conhecido na cena argentina de Valorant e revela os obstáculos que ainda enfrenta para ganhar visibilidade no Brasil.
Primeira experiência presencial ao lado da equipe
A FiRe Last Chance marcou a primeira vez que Nzg esteve fisicamente com seus companheiros argentinos.
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Reconhecimento na Argentina versus Brasil
"Minhas portas estão abertas para qualquer lugar, mas hoje sou mais conhecido na cena argentina do que na brasileira", afirma Nzg. Ele relata que jogadores brasileiros como os da BESTIA e do Fluxo ainda não o reconhecem, ao passo que a comunidade argentina o conhece bem, o que ainda o incomoda.
Desempenho da Hacha na FiRe Last Chance
A equipe estreou contra a Wildcard e perdeu a série inicial por 2 a 0 (13‑6 e 13‑10). Recuperou-se ao vencer a BTH, mas no confronto decisivo contra a Wildcard novamente não conseguiu superar os norte‑americanos.
Como Nzg chegou a treinar uma equipe argentina
Antes de Valorant, Nzg foi profissional de Rainbow Six e depois migrou para CS:GO, onde percebeu seu talento para o coaching. Ele estudou psicologia e, ao participar de um time da Série C da Gamers Club, acabou trocando jogadores brasileiros por argentinos, formando, ao final, um elenco quase totalmente argentino.
Impressões sobre a cultura e o estilo de jogo
"É muito legal, a galera é gente fina e me trata bem. Aprendi espanhol rapidamente, já que tenho facilidade com línguas", comenta Nzg. Ele destaca semelhanças de comportamento e rotina entre brasileiros e argentinos, além de um estilo de jogo que, em sua opinião, é bastante parecido.




