Em uma entrevista exclusiva, o jogador argentino try revelou os motivos que o levaram a se juntar à Legacy no cenário de CS2. A decisão, que pegou muitos de surpresa, foi anunciada no último sábado e já gera expectativas para a Esports World Cup.

Por que try escolheu Legacy?

Em suas declarações, try explicou que a oportunidade de jogar ao lado de talentos brasileiros e a estrutura oferecida pela Legacy foram fatores decisivos. "A Legacy tem um projeto sólido e acredita no meu potencial. É uma chance única de crescer em um time competitivo", afirmou o jogador de 21 anos.

O argentino chega para substituir Guilherme "saadzin" Pacheco, que se transferiu para a Imperial e já conquistou títulos importantes, como o CCT Series 3 e a Thunderpick World Championship Series 2. A pressão é grande, mas try parece confiante.

O que esperar de try na Legacy?

Com passagens por 9z, 00Nation e Imperial, try acumula experiência internacional. Este ano, ele fez parte do projeto da Passion UA, que durou apenas cinco meses. Agora, na Legacy, ele terá a chance de mostrar seu valor em um time brasileiro.

O primeiro grande teste será a Esports World Cup, em Paris, entre 12 e 23 de agosto. A competição contará com times de peso como FURIA, Vitality e a Falcons, atual campeã de Major. Será uma oportunidade de ouro para try se destacar.

Contexto e análise

A saída de saadzin deixou uma lacuna na Legacy, mas a chegada de try pode trazer uma nova dinâmica ao time. O jogador argentino é conhecido por sua agressividade e habilidade com a AWP, características que podem se encaixar bem no estilo brasileiro.

No entanto, a adaptação não será fácil. A barreira do idioma e a diferença cultural são desafios que try terá que superar. Mas, como ele mesmo disse: "Estou pronto para aprender e me adaptar. O CS2 é uma linguagem universal".

Para quem quer acompanhar de perto, a Esports World Cup promete ser um termômetro para o novo elenco. Será que try consegue repetir o sucesso de saadzin? Só o tempo dirá.

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Mas o que realmente pesou na balança para try? Segundo fontes próximas ao jogador, a Legacy ofereceu não apenas um salário competitivo, mas também um contrato de longo prazo — algo raro no cenário atual, onde muitos times preferem acordos de curta duração. "Eles mostraram um plano de carreira, não só uma vaga no elenco", revelou um amigo de try que preferiu não se identificar.

E tem mais: a Legacy está investindo pesado em infraestrutura. Recentemente, o time inaugurou uma gaming house em São Paulo com suporte de psicólogos, nutricionistas e até um preparador físico dedicado. Para um jogador que vem de uma estrutura mais enxuta na Passion UA, isso faz diferença. Você já parou para pensar como esses detalhes impactam o desempenho? Pois é, eu também acho que muitas vezes subestimamos o lado fora do servidor.

Outro ponto interessante é a relação de try com o capitão da Legacy, Lucas "LUCAS1" Teles. Os dois já se enfrentaram diversas vezes em partidas oficiais e, segundo o próprio try, há um respeito mútuo. "O LUCAS1 é um líder nato. Aprendi muito jogando contra ele, e agora quero aprender jogando ao lado", comentou o argentino em tom descontraído durante a entrevista.

No entanto, nem tudo são flores. A torcida brasileira, conhecida por ser apaixonada e exigente, já começou a especular sobre o desempenho de try. Nas redes sociais, há quem duvide da adaptação de um argentino em um time majoritariamente brasileiro. "Vai ser difícil ele se entrosar com o sotaque e o jeito brasileiro de jogar", escreveu um usuário no Twitter. Mas try parece levar isso na esportiva: "Já joguei com brasileiros antes, na 00Nation. A química vem com o tempo e com os treinos".

Aliás, falando em treinos, a Legacy já começou a preparação para a Esports World Cup com uma maratona de scrims contra times europeus. A ideia é simular o máximo possível o ambiente competitivo que encontrarão em Paris. E, pelo que tudo indica, try já está causando uma boa impressão. "Ele tem uma leitura de jogo impressionante. Em apenas alguns dias, já sugeriu mudanças táticas que melhoraram nosso mapa da Mirage", revelou uma fonte interna do time.

Mas será que isso é suficiente para competir de igual para igual com gigantes como a Vitality e a Falcons? A Legacy não vence um torneio internacional desde a Copa do Mundo de 2023, e a pressão por resultados é enorme. O CEO da organização, Paulo "PaiN" Oliveira, deixou claro em uma live recente: "Não estamos aqui para participar. Estamos aqui para vencer".

E você, o que acha? A aposta em try pode ser o diferencial que a Legacy precisava para voltar ao topo? Ou será mais um caso de promessa não cumprida? O tempo, como sempre, será o melhor juiz. Mas uma coisa é certa: a Esports World Cup promete emoções de sobra, e eu, particularmente, estou ansioso para ver como essa história vai se desenrolar.

Enquanto isso, a Legacy também anunciou mudanças na comissão técnica. Rafael "zakk" Fernandes, ex-treinador da FURIA, foi contratado como analista tático. A combinação da experiência de zakk com a energia de try pode ser explosiva — no bom sentido, claro.



Fonte: Dust2