28 de agosto de 2026 às 12:45 — Escrito por vhporto
O registro do primeiro time de TACO é de 2011, enquanto o de coldzera é de 2013. Juntos, estiveram na conquista dos dois Majors do Brasil, em 2016, e ganharam outros sete grandes campeonatos na carreira, como IEM Sydney 2017 e BLAST Pro Series Copenhagen 2017.
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O que TACO e coldzera disseram sobre o CS2?
No momento, tanto TACO quanto coldzera estão distantes do competitivo. O último jogo oficial de TACO foi em maio do ano passado, pela SóJoga na Odyssey Cup Brazil. Já coldzera disputou seu último torneio em março de 2026, pela Magna, na FERJEE In House.
Mesmo afastados, a dupla que marcou época no cenário brasileiro segue sendo questionada sobre a relação com o jogo. E a resposta, ao que tudo indica, é bem diferente do que muitos poderiam imaginar.
Será que o amor pelo CS2 continua vivo depois de tanto tempo? A entrevista traz declarações sinceras sobre o que mudou — e o que permaneceu — na visão dos dois sobre o FPS da Valve.
Contexto: a trajetória que une TACO e coldzera
Antes de qualquer análise, vale lembrar o peso dessa dupla. Não é exagero dizer que TACO e coldzera são dois dos nomes mais importantes da história do Counter-Strike brasileiro. A conquista dos Majors em 2016 não foi só um marco pessoal — foi um divisor de águas para o cenário nacional.
Depois disso, vieram títulos como IEM Sydney 2017 e BLAST Pro Series Copenhagen 2017, que consolidaram uma era de domínio. Mas o tempo passou, as lineups mudaram, e ambos seguiram caminhos diferentes no competitivo.
Hoje, com TACO afastado desde maio de 2025 e coldzera tendo jogado pela última vez em março de 2026, a pergunta que fica é: o que eles sentem pelo jogo agora?
O que esperar das declarações de agosto de 2026
A entrevista promete respostas diretas, sem rodeios. E olha, se tem uma coisa que essa dupla sempre soube fazer é ser honesta sobre o que pensa.
Para quem acompanha a cena desde o começo, é interessante ver como a relação deles com o CS2 evoluiu. Não é só sobre saudade ou nostalgia — é sobre entender o que o jogo representa hoje na vida de dois caras que deram tudo por ele.
Fica o convite para ler a matéria completa e tirar suas próprias conclusões. Afinal, poucas coisas são mais intrigantes do que saber se os ídolos ainda sentem a mesma paixão pelo que os tornou lendas.
E não é só a resposta sobre o amor pelo jogo que chama atenção. Durante a conversa, TACO e coldzera também tocaram em pontos que poucos esperavam ouvir — como a relação com a comunidade, as críticas que receberam ao longo da carreira e até o que pensam sobre a evolução do cenário competitivo.
Um dos momentos mais comentados foi quando falaram sobre a pressão de jogar em casa, no Brasil, com uma torcida que cobrava resultados imediatos. Quem viveu aquela época lembra: não era fácil. Cada derrota em campeonato internacional virava assunto de semanas nas redes sociais. E eles, no centro disso tudo, tinham que manter o foco enquanto o mundo parecia desabar ao redor.
Outro ponto que surgiu foi a diferença entre o CS antigo e o CS2. Para quem jogou profissionalmente por tanto tempo, a mudança de engine não é só uma questão de gráficos ou mapas — é uma nova forma de pensar o jogo. TACO, por exemplo, já tinha comentado em outras ocasiões que a transição não foi fácil para muitos veteranos. E coldzera, com sua experiência, parece concordar que o jogo atual exige adaptações que vão além do mecânico.
Mas talvez o mais interessante seja o tom da conversa. Não há arrependimento nas palavras deles. Há, sim, uma certa maturidade — daquelas que só vêm com o tempo e com a distância. Eles não falam do CS2 como algo que ficou para trás, mas como uma parte importante de quem são hoje.
E aí, você já parou para pensar no que sente pelo jogo que acompanha há tanto tempo? A resposta deles pode te surpreender — ou talvez até te fazer refletir sobre a sua própria relação com o CS2.
Fonte: Dust2











