A LOUD é o caso mais recente, mas não é o primeiro — e provavelmente não será o último.
Na última quarta-feira, Leonardo "zmb" Toledo e Pablo "disturbed" Fernandes anunciaram no X (antigo Twitter) que estão livres no mercado.
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É frustrante, né? Imagina você se preparar, fazer bootcamp, vestir a camisa e, de repente, tudo desmorona antes do primeiro jogo oficial.
A organização publicou um teaser da chegada do time no X, assinou com o elenco da LargadosyPelados, bancou um bootcamp em Portugal e ainda pagou as inscrições em campeonatos. Os jogadores até usavam referências à LOUD no uniforme.
Sem a LOUD, zmb e disturbed afirmaram que a LyP vai seguir junta, mas os integrantes da tag estão disponíveis para receberem propostas individuais.
Em minha opinião, esse é um daqueles casos em que o contexto regulatório atropela o planejamento esportivo. Não dá para culpar nenhum dos lados — mas o prejuízo para os jogadores é inegável.
A organização recebeu a oportunidade de aplicar para as franquias de League of Legends e optou por investir no MOBA, deixando de lado o time de CS.
Em 2022, a SK publicou um vídeo sobre a situação, e Martin Marquardt, diretor de crescimento da organização, falou sobre como foi viver esse processo:
"Foi algo que nos dividiu muito. Ou continuávamos arriscando no CS:GO e construíamos algo dali, ou competiríamos no LoL com todos os nossos recursos. E isso nos colocou em um lugar difícil."
Sem a SK, o time seguiu junto atuando pela Não Tem Como e, depois de mudanças nas tags e na escalação, a base da equipe foi contratada pela INTZ.
O time brasileiro que quase defendeu a organização oficialmente viu a oportunidade se esvair em 2018 — mas tudo começou em dezembro de 2017, quando a 100T contratou o time que atuava pela Immortals.
Além de fnx, bit e kNg, a equipe tinha os gêmeos Henrique "HEN1" Teles e Lucas "LUCAS1" Teles, com Rodolfo Blecker como treinador.
Sem campeonatos, os brasileiros passaram o réveillon empregados e animados para o ELEAGUE Major Boston, para o qual o time tinha vaga. Porém, a equipe não conquistou o visto, mesmo atuando por um clube estadunidense, e ficou fora do mundial nos EUA. O torneio marcaria a estreia dos brasileiros pela 100T.
Na última semana de janeiro, kNg discutiu publicamente com o jornalista e caster Duncan "Thorin" Shields. A 100 Thieves entendeu que o awper utilizou linguagem ofensiva e inapropriada e, assim, liberou o jogador. Dias depois, todo o time que ainda seguia na 100T também rescindiu, voltando a ficar free agent sem nem mesmo ter atuado pelo clube.
Fonte: Dust2







