Um artigo da IGN Brasil aponta que League of Legends e Wild Rift são exemplos perfeitos de como o preconceito foi normalizado no meio gamer.
O que a IGN Brasil destaca
Segundo a publicação, o ambiente competitivo e as comunidades desses jogos têm refletido atitudes discriminatórias, especialmente contra mulheres e pessoas negras. A análise sugere que essas práticas se tornaram tão comuns que muitas vezes passam despercebidas, reforçando estereótipos e exclusões.

Embora o texto da IGN não forneça números específicos, a constatação de que o preconceito está “normalizado” levanta questões sobre a responsabilidade dos desenvolvedores e das plataformas em promover ambientes mais inclusivos. A crítica também serve de alerta para jogadores que, muitas vezes, reproduzem comportamentos tóxicos sem perceber o impacto real.
Opinião: É fundamental que a Riot Games e a comunidade de jogadores reconheçam esses sinais e invistam em políticas claras de combate ao racismo e ao sexismo, antes que a cultura tóxica se consolide ainda mais.











