Um relato inusitado saiu da Valve: o co‑criador de Counter‑Strike afirmou que Gabe Newell ficou tão obcecado pelo canto mongol — também conhecido como throat singing — que os funcionários começaram a fechar as portas das salas para fugir do barulho.

O relato do co‑criador de Counter‑Strike

Gabe Newell e o canto mongol: co‑criador de CS relata obsessão na ValveSegundo a entrevista publicada pela IGN Brasil, o desenvolvedor descreveu a obsessão de Newell pelo canto mongol como algo que se tornava constante no escritório da Valve, ao ponto de gerar desconforto entre a equipe. Ele relatou que, para escapar do som, os colaboradores passaram a fechar as portas das salas de trabalho, criando uma espécie de “zona silenciosa” dentro da própria sede.

O co‑criador não revelou nomes, mas a história ganhou força rapidamente, alimentando a curiosidade dos fãs sobre o lado mais excêntrico da cultura interna da Valve.

Newell confirma a história

Em resposta a um e‑mail de um fã curioso, Gabe Newell confirmou, de forma breve, que realmente havia praticado o canto mongol na empresa. Conforme divulgado pelo Dexerto, a resposta de Newell não negou o relato, mas sim reconheceu que a situação aconteceu, reforçando a imagem da Valve como um ambiente onde “coisas estranhas” podem acontecer.

Embora a confirmação não detalhe a frequência ou o impacto nas rotinas, ela legitima o relato e abre espaço para discussões sobre o ambiente de trabalho criativo — e, por vezes, caótico — da desenvolvedora.

Em minha opinião, esses episódios mostram como a Valve valoriza a liberdade individual, ainda que isso possa gerar situações desconfortáveis para alguns. Para a comunidade, fica a curiosidade de saber até onde vai a “cultura de experimentação” dentro da empresa que criou alguns dos maiores sucessos dos games.